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Malucos, excêntricos, escandalosos, maliciosos. Esses são apenas alguns dos mais variados adjetivos que caracterizam os Irmãos Marx. Nascidos em Nova York, filhos de um alfaiate judeu, os Marx fizeram da anarquia sua arte. Eram três: Chico (1886-1961), Zeppo (1901-1979), Harpo (1880-1964) e o líder Groucho (1890-1977).
Incentivados pela mãe (Minna Schoenberg), desde muito cedo eles começaram a fazer teatro de variedades, criando um número de comédia. Depois de um tempo foram contratados pela Paramount. Lá fizeram filmes como “The cocoanuts” (1929) e “Os galhofeiros” (1930), além de “Monkey Business” (1931) e “O diabo a quatro” (1933).
Cada um tinha uma característica que tornavam o grupo mais interessante: Groucho sabia o que falar em qualquer hora, Harpo tocava harpa e era ótimo na mímica, Chico tinha um intrigante sotaque italiano e era pianista e Zeppo fazia a frente como o certinho da trupe.
Foram contratados pela MGM começaram a trabalhar com Margaret Dumont, formando um contraste em tanto. O filme de maior sucesso para eles foi “Uma noite na ópera” de 1935. O último filme foi “Loucos de amor”, de 1949. Depois disso o grupo se separou e apenas Groucho continuou no cinema, até se aposentar em 1968 com o filme “Skidoo”.

Sim gente, obrigada pelas 2000 visitas. obrigada mesmo.
Aqui uma pequena mostra de biquínis e suas usuárias mais famosas. Sempre antenadas com a moda, elas buscavam ousar. Sim, ninguém pode dizer que Pearl White não ousava, ela ousava sim. Ou vocês pensam que mostrar o tornozelo é pouca coisa? Hum. Vejam, admirem, opinem.




Estamos chegando nas 2000 visitas!!!!! Heeeeee. Obrigada!

Greta Garbo nasceu em setembro de 1905, em Estocolmo na Suécia. Seu nome completo era Greta Louisa Gustaffson. Teve uma infância tremedamente infeliz, que, dizem, apesar do sucesso não conseguiu superar. Fez cursos de teatro, até que entrou no cinema fazendo alguns curtas. Em 1924 foi escalada por Mauritz Stiller (diretor finlandês) para fazer Gösta Berling’s Saga. No ano seguinte mudou-se para Hollywood, foi contratada pela MGM e fez ainda 10 filmes mudos, em Hollywood, antes de estrear no cinema falado.

Seu primeiro filme falado foi “Anna Christie, rodado em 1930. Ela ainda fez clássicos como “Mata hari” (1932), “Rainha Christina” (1933), “The painted veil” (1934), “Anna Karenina” (1935), “Ninotchka (1939) e “Two faced woman” (1941). Definitivamente, o filme que mais lhe marcou a carreira foi “A dama das camélias”, de 1937, em cenas marcantes como a que morria de tuberculose. Fez no total, 27 filmes.
Ela construiu uma imagem marcante, em parte ajudada por seu iluminador William Daniels, que sabia enquadrar a luz de forma que seus traços angulosos (quase masculinos) ficassem em destaque. Para os homens, essa mistura de mulher forte e olhos azuis penetrantes dava-lhe um ar de mistério. Bissexual, teve muitos amantes, numa lista que inclui Aristóteles Onassis, Cecil B. Mille, Mimi Pollak. Para muitos, a fotógrada Cecil Beaton teria sido seu grande amor.
Mas na verdade, Greta era uma mulher delicada e tímida. Além disso, não gostava da fama. Abandonou o cinema em 1942 e tentou viver anonimamente, adotando, inclusive um novo nome: Harriet Brown. Em parte conseguiu isso, mas nunca foi esquecida.
Greta morreu de câncer, aos 84 anos, em 1990.


Um dos maiores gênios do cinema cômico, era conhecido por ser o palhaço que não ria: seu rosto permanecia impassível diante de qualquer que fosse o infortúnio. Além disso, possuía enorme agilidade acrobática, dispensando dublês nas cenas mais perigosas. Considerados por muitos como o maior cômico já aparecido (melhor inclusive que Chaplin). Além de coreografar as cenas, dirigi-las ele também criava os cenários.
Buster Keaton nasceu em outubro de 1895, no Kansas (EUA). Seus pais eram atores de teatro (vaudeville), onde formavam um grupo chamado “The three Keatons”. A característica do rosto impassível vem desde essa época. O grupo acabou e Keaton resolveu procurar emprego no cinema. Conheceu, em 1917, Roscoe “Fatty” Arbuckle, que lhe ajudou a conseguir uma ponta em “The butcher boy”, no mesmo ano. E foi fazendo pequenas participações que ele foi fazendo nome neste mundo do cinema.
Seu primeiro grande sucesso em longas foi “The saphead” (1921). Bom, seu estilo não era tão comercial como o de Chaplin e Harold Lloyd, pois ainda era incompreendido por muitos; além do fato que ele anexava características surrealistas em suas obras, o que deixava público e crítica um pouco confusos.

Nos anos 20 ele seguiu fazendo seus filmes na sua própria companhia. Com a chegada do cinema sonoro, sua carreira foi abalada, pois muitos produtores não estavam dispostos a bancar sua criatividade. Era um gênio, e apesar disso, teve que se contentar com obras ruins e de mal gosto, para sobreviver. Devido a isso e a outros problemas de ordem pessoal, começou a beber e foi demitido da Metro (companhia em que estava) por conta do alcoolismo. Depois disso, fez alguns curtas, em companhias diferentes, e trabalhando como ator secundário em diversos filmes.
Bom, nos anos 50 ainda apareceu em alguns filmes e em 1952 Chaplin (rival nas câmeras e amigo pessoal) o chamou para uma participação em Limelight.
Na vida pessoal, casou-se três vezes: com a atriz Natalie Talmadge de 1921 a 1932. Em 1933 casou-se com a enfermeira Mãe Scribbens, separando-se dois anos depois. Sua terceira esposa foi Eleanor Norris, com quem casou em 1940.
Keaton morreu em 1966, de câncer.
As grandes figuras do cinema cômico (Chaplin, Keaton, Lewis) tomaram para si todas as atenções, a ponte de esquecermos os predecessores e também os seus companheiros de cena, os chamados “escadas”, que preparam a piada.
Afinal, quem hoje ouviu falar de André Deed, que foi o primeiro cômico de tela e cujos filmes hoje são obras guardadas em museus de filmes? Havia também, pequenos mas notáveis comediantes, hoje desconhecidos: Larry Semon (visto quase sempre com a cara enfarinhada) e Raymond Griffith (de aspecto elegante e bigode à Max Linder). O próprio Max Linder, a quem Chaplin teve por inspiração passa como desconhecido.

E aqueles que estavam sempre em luta com o bom mocinho? É difícil guardar o nome do grandalhão que vive correndo atrás de Chaplin, ou que vive aprontando com Laurel e Hardy (O gordo e o magro). Mas a verdade é sem Mack Swain (que acompanhou Chaplin desde o início da carreira e fez o seu companheiro em “Em busca do ouro”) e Eric Campbel (o gigante que persegue o pequeno vagabundo e formou com ele a primeira dupla de contraste fraco X forte) a figura carismática de Carlitos não teria muito sentido. E O gordo e o magro, o que fariam sem James Finlayson e Hardy Langton, que sempre apareciam para agitar a história?

Dean Martin, não o inimigo, mas o oposto de Jerry Lewis, o boa pinta, o galã que permanecia intacto mesmo na situação mais constrangedora. Nos filmes de Lewis em que Dean não está, penso eu que fica um vácuo, uma falta. Sim, Jerry Lewis é bom, muito bom sozinho, mas com Dean é ainda melhor.
Eu fico pensando em quantas e quantas outras pessoas, que nem eu me lembro ou sei que existiram, fizeram parte dessa história do cinema. Como será que eles se sentiam? Da minha parte aplaudo todos eles, pois o que seria do cinema sem eles?
Sem grandes pretenções, fiz uma listinha das grandes belas. Era pra ser 10, mas daí a lista foi ficando grande demais, até que fiz um acordo comigo mesmo e ficou combinado que eu escolheria 12. Bem, lógico que em toda lista dessas sempre vai ficar faltando alguém. Também não quis enumerar, colocando primeiro ou segundo, ou sei lá, pois cada uma tem seu mérito. Mas aí vai...




Harold Lloyd
Década de 20. A representação do almofadinha americano entra em cena. Ele, juntamente com Charles Chaplin e Buster Keaton, forma a tríade do que há de melhor na entre os cômicos produzidos pelo cinema mudo. Sua personagem era um homem elegante, bem vestido, nada patético. Ele era o americano esperto, que conseguia vencer todas as dificuldades.
Lloyd nasceu Harold Clayton em 20 de abril de 1893, nos Estados Unidos. Desde criança ele gostava de teatro, tendo trabalhado como ajudante em um. E foi fazendo amizade com os atores que ele entrou para o ramo. Em 1907 ele fazia sua primeira peça, “Tess of the D’Urbevilles”. Estudou arte dramática na Escola de arte dramática de San Diego. Depois de interpretar várias obras, chegou à conclusão que o que ele gostava de fazer mesmo era comédia.
Seu primeiro filme veio em 1912, ainda como figurante. Em 1914 foi contratado para fazer um personagem que se chamava Willie Work. Depois disso Mack Sennett chegou a contrata-lo, mas o resultado foi tão ruim que ele foi demitido logo em seguida. Ele voltou para o seu emprego anterior e interpretou uma personagem que lembrava muito o vagabundo de Chaplin.
Mas o sucesso veio mesmo com o almofadinha esperto: Lloyd incorporou os óculos, o chapéu de pallha e o colete alinhado. Nas suas cenas, ele dispensava os dublês e fazia ele mesmo as mais perigosas. Inclusive, durante as filmagens de “Safety Last” (1923) , ele ficou pendurado nos ponterios de um relógio no alto de um prédio (de muitos andares). Além disso já havia perdido um dedo numa cena de explosão de um filme anterior.
Com o advento do cinema mudo, sua popularidade foi diminuindo e Lloyd acabou por se aposentar. Rico. Muito rico.
Casou-se em 1923 com a também atriz Mildred Davis, tendo com ela dois filhos.
Viveu tranqüilamente até sua morte em 1971.







Chaplin era considerado comunista por alguns, mas ele nunca fez parte de nenhum partido socialista. Seu único envolvimento político era com um grupo que raríssimas vezes se encontrava para debater e jantar, o "Severance Club" (Clube de ruptura). Discutiam censura, organização sindical e promoção de filmes esquerdistas.
Sem dúvida nenhuma, foi Marina Vargas, a mais afoita de suas fãs: ela conseguiu, não se sabe como, entrar no seu quarto e se enfiar na cama de Chaplin. Quando ele entrou no quarto deu de cara com esta surpresinha. Tudo teria terminado bem, já que ele não queria prestar queixa, se não fosse pela sua namorada na época, Pola Negri, que deu um jeitinho na fã.
Sobre "The Gold Rush": seu primeiro nome foi "Lucky strike" (golpe de sorte). A galinha da cena da perseguição foi feita com o próprio Chaplin. Na cena da subida da montanha foram usados todo o pessoal disponível, de vagabundos, até a atriz principal e Chaplin. Lita Grey ia fazer o papel principal, mas engravidou (dele). A famosa cena dos pãezinhos era uma variação de um velho número do teatro de variedades, atribuído ao inglês G. H. Chirgwin, que fazia um par de cachimbos de barro dançar num cinzeiro.
Manias: Chaplin tinha nojo de leite e também a materiais feitos com borracha. Quando estava em processo de criação, chegava a tomar até 9 banhos por dia, além de ficar andando de lá para cá o tempo todo. Ele pedia que todas as tomadas não utilizadas fossem destruídas. Felizmente, algumas vezes, ele não foi obedecido, e o que sobrou pode ser visto no documentário "The unknown Chaplin" (O Chaplin desconhecido).
Estragos: em "O circo" fez 700 tomadas da cena da corda bamba, o que resultou em apenas alguns momentos no filme. Em "Luzes da cidade" gastou 95 mil metros de filme para reduzir a 2,5 mil no final.
Sua terceira esposa foi Paulette Goddard. Paulette tinha uma personalidade maravilhosa: era bem humorada e alegre (dizem que era uma golpista de mão cheia, aplicando golpes em transatlânticos). Ela foi a estrela de Modern Times e The Great Dictator e quase foi a escolhida para fazer Scarlett O'hara de "O vento levou". Talvez por serem parecidos na personalidade (se ele a traía ela não ficava atrás) se deram tão bem. Paulette também o fez se aproximar mais dos filhos. Ficaram casados por quase 10 anos, e permaneceram amigos após a separação.
Monsieur Verdoux foi a primeira vez em que o vagabundo não aparecia. É a história de um sofisticado cavalheiro que mata esposas por profissão.
Após terminar "Luzes da Ribalta", fez uma viagem à Londres. Em alto mar descobriu que estava proibido de voltar aos EUA, acusado de ser comunista. Oona O’neil (sua quarta esposa), diante disto, renunciou sua cidadania americana. Refugiaram-se em Corsier-sur-Vevey, na Suíça, até o fim da vida de Chaplin. Depois que o senador McCarthy foi deposto, Chaplin pôde finalmente ser recebido nos EUA. Recebeu seu 1º oscar da academia, em reconhecimento por sua obra.
Em 1954 ganhou o prêmio do Conselho mundial da paz e o doou aos pobres de Londres. Seu irmão morreu no dia do seu aniversário, em 1965. Com 86 anos foi condecorado pela rainha Elisabeth II e se tornou Sir. Charles.
Ele ainda tinha medo de voltar aos Estados Unidos. Tornou-se um velhinho ranzinza e chato, que gritava com as crianças que faziam barulho. Sua esposa Oona cuidou dele sozinha, até bem pouco tempo de sua morte, só admitindo uma enfermeira nos últimos meses. Ele morreu no natal de 1977, cercado por filhos e netos e seu corpo ainda foi sequestrado! Oona não fez questão, dizendo que o que Charlie deixou estava no coração dela e não nos seus restos. Diante disso os marginais revelaram o paradeiro do corpo: ele foi encontrado numa fazenda.

Na frente das telas, eles eram heterossexuais convictos, mocinhas e heróis que povoavam os corações do povo. Bem, quando as filmagens acabavam, eles voltavam a ser o que realmente eram. Sim, Hollywood sempre foi povoado por homossexuais, atores maravilhosos, que vendiam a imagem que o público (?) desejava ver. Para que isso fosse possível, eles tinham que fingir ser o que não eram em público.
Dentre esses astros e estrelas, podemos citar Cary Grant, Greta Garbo, Gary Cooper, Marlene Dietrich e Burt eram de certa forma discretos, mantendo seus casos distantes dos holofotes.

No princípio do cinema, a androgenia já era vista com curiosidade, e Louise Brooks já explorava isso com ousadia, nem ao menos ligando para o que dissessem dela (havia boatos de que ela mantinha um caso com uma colega, só que, como tudo que era feito por Louise era no intuito de chocar, talvez esse caso fosse mais um papel representado do que a realidade). Jack Kerrigan, famoso caubói do cinema mudo, possuía em cena gestos bem delicados, e o fato de não querer casar causava uma desconfiança geral. Valentino, o sex-appeal da década de 20, também passava essa idéia de androgenia (e era bi, como eu citei na biografia dele). O vagabundo, de Chaplin, também tinha gestos delicados (e Joyce Milton, em “Contraditório vagabundo” coloca em dúvida a heterossexualidade dele, dizendo que um de seus melhores amigos, o tenista “Big Bill” Tilden que era gay assumido, sempre o acompanhava). Bom, eu acho que seja suposição, pois o simples fato de ter amigos gays não implica o ser também.
Havia alguns que eram descarados (sim, como também o são alguns heterossexuais), como a diretora Dorothy Arzener, masculinizada e poderosa, famosa por valorizar certos atributos de atrizes de seus filmes. Allá Nazimova também não era nada discreta, fazendo carícias públicas em suas “colegas”.

Bom, o caso Garbo/Dietrich é famoso, e a imprensa chamava-as de “duas partes do mesmo time”. Marlene era casada, mas gostava de meninos e meninas, como ela mesmo dizia.
Nas décadas de 30 a 50, muitos tiveram que casar, para manter a moral e os bons costumes, numa época tradicionalíssima. Dizem que Cary Grant, abandonou Randolph Scott, se casando em seguida com Virginia Cherill. Care Cooper tinha um “amigo inseparável” e foi avisado pela MGM que deveria evita-lo.
James Dean, dizem, comprava o silêncio de alguns jornalistas com cheques gorduchos, mandados pelos estúdios, evitando, dessa forma, publicações sensacionalistas.
Shirley Temple foi a mais jovem atriz a ganhar um oscar: aos 6 anos de idade (Oscar de destaque). Foi uma verdadeira campeã de bilheteria (salvando a Fox) e encantando a todos com seu incasável otimismo. Com esse sorriso doce, o povo conseguia até esquecer astros da época, como Clark Gable e Fred Astaire, e se alegrar durante o período da Grande Depressão. Nunca uma estrela infantil fez tanto sucesso.
Aos três anos ela já sapateava e começou a carreira numa paródia a estrelas e astros adultos. Aos 6 anos, contratada pela Fox, cantou “Baby take a Box” em Stand Up and cheer (1934). Em Little Miss Marker, no mesmo ano, solidificou sua carreira.

Tornou-se objeto de consumo na América, com produtos que levavam seu nome e rosto, como bonecas e livros. Por esses anos atuou em diversos filmes de sucesso, dentre os quais “Little Miss Marker", "Change of Heart", "Now I'll Tell", "Now and Forever" e "Olhos Encantados" (no qual cantou seu mais popular sucesso "On The Good Ship Lollipop"). A pequena órfã, de 1935, é lembrado até hoje.
Quando começou a crescer, continuou fazendo papéis, agora de adolescentes, como em Desde que você foi embora (1944), mas não durou muito. Mas o sucesso já não era o mesmo, e seus filmes já não tinham a mesma audiência.
A estrela acabou se aposentando cedo, em 1949. Casou-se em 1950 com Charles Black. Tentou ainda apresentar alguns programas populares (o Shirley Temple’s storybook), mas não deu certo. Em idade adulta começou a trabalhar na área política, e na década de 60 tornou-se membro do partido republicano, sendo embaixadora de Washington em Ghana e na Tchecoslováquia (de 1089 a 1992).
Nadia Tass, baseada nas autobiografias escritas por Shirley, fez o filme “Estrela mirim: a história de Shirley Temple”, em que aparecem alguns trechos de sua vida, os musicais e as dificuldades.
Pois é, muita gente considera triste a história da criança que durante a idade adulta não consegue obter o mesmo sucesso que na infância. Mas eu, particularmente, penso que Shirley continuou sua vida, não tão longe dos holofotes, mas de sucesso, como política. E quem disse que é preciso ser atriz para ser feliz? Heim?



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(1895 – 1926 ) Rodolfo Alfonzo Raffaele Pierre Philibert Guglielmi nasceu na Itália, numa cidade chamada Castellaneta. Estudou na academia militar e fez faculdade de agricultura antes de ir embora para Paris, em 1912. No ano seguinte ele arrumaria as malas e partiria para os Estados Unidos.
Trabalhou como jardineiro e depois em clubes noturnos, fazendo musicais e espetáculos de dança, isso antes de ser convidado para fazer algumas pontas no cinema.
Seu primeiro longa foi My official wife (1914) e depois disso ele não parou mais. “The Sheik” (1921) o transformou num ídolo para as mulheres. Desde então seus heróis eram homens fatais, atrativos e sempre um conquistador, tornan