Sites Purviance...
| |
| Busca |
O que já foi publicado...
Dê uma nota
Dê-me
10 agora!
Audrey nasceu em maio de 1929, em Bruxelas, na Bélgica. Seu nome verdadeiro era Ella van Heemstra Hepburn Ruston. Desde pequena já tinha um porte de modelo. Seus pais eram riquíssimos (sua mãe era baronesa) e acabaram por se divorciar quando ela ainda era uma criança. Sua infância foi passada na Holanda, mas depois do divórcio dos pais, mudou-se para Londres. Sua família, de origem judia, teve muitos problemas durante a guerra, tendo que se refugiar. Seu meio irmão foi mandado para o campo de concentração. Ela sempre se lembrou dessa época, em que chegou a ficar desidratada e anêmica, por não terem o que comer. Disse certa vez: “foi há muito tempo e estou certa de que já passei por outros períodos mais difíceis na minha vida. O superficial não é importante, as experiências mais profundas é que me formaram. Basicamente, tudo que acontece na vida é essencial, mas o que conta é a experiência, as atitudes que sou capaz de tomar depois".Depois da guerra, começou a trabalhar como modelo, fazendo comerciais, e fazendo pontas em filmes na Grã-Bretanha. Fez Gigi na Broadway, da romancista francesa Colette. A partir daí ganhou o estrelato.
Tinha um curioso sotaque anglo-europeu, e não era o tipo que poderia ser considerado como ideal: era magra, tinha pés enormes, mas tinha classe. E muita.
Em 1953, fez “A princesa e o plebeu”, com Gregory Peck, filme que lhe rendeu um Oscar. . no ano seguinte fez Sabrina, onde contracenou com William Holden e Humphrey Bogart. Foi nesse ano que conheceu seu primeiro marido, o ator Mel Ferrer (com quem teve um filho, Sean).

Suas roupas, no clássico"Bonequinha de Luxo", de 1961, tornaram-se exemplo de sofisticação clássica, com seus vestidos pretos e formas limpas, feitos pelo estilista Givenchy. Retornou às telas, após um período afastada, em “Robin e Marian”, de 1976. Nesse filme interpretou Marian, a companheira de Robin Hood, que roubava dos ricos para dar aos pobres.
1968 foi ano do seu casamento com o médico Andréa Dotti, com quem teve o segundo filho, Luca. Seu terceiro companheiro foi Robert Wolders, com quem viveu até falecer.
Audrey concorreu 5 vezes à estatuera. Em 1988 tornou-se embaixadora da UNICEF, dedicando-se às questões humanitárias. Pouco tempo depois, descobriu-se com um câncer de colo, que acabou por tirar-lhe a vida, em 1993.

Eu coloquei, há uns tempos atrás uma espécie de top12 de lindas atrizes de Hollywood. Fiquei devendo a mim mesma uma lista dos galãs. Claaaaaaaaro que há listas e listas, essa aqui não é a definitiva, nem minha nem de ninguém, dos mais charmosos e talentosos e etc. Novamente quis fazer um top 10 mas, como sempre, tem gente demais e números de menos, daí acabei por fazer um top12.
Alguns vão dizer que é protecionismo, porque eu gosto dele, mas... Chaplin é um dos mais belos... sim. É sim!
Frank Sinatra não é tão bonito assim, mas os olhos, ah, os olhos de Sinatra...
Paul Newman é tudo! Tão másculo, tão, tão...
Marlon é a sombra do que foi um dia. Olhemos as fotos e lembremos do que um dia ele foi...
Elvis também faz parte da história do cinema e, não precisa dizer mais nada.
Valentino fez uma multidão de mulheres chorar na sua morte. Não é o suficiente para constar nesta lista?
Gable. Ta aí uma prova do inexplicável. Bem, charme ele tem. É feio, mas...
Mas que Chaplin merece estar na lista, isso sim, merece...




Maria do Carmo Miranda da Cunha nasceu no Marco de Canaveses, em Portugal, no ano de 1909, mas veio ainda criança para o Brasil com os pais, que tentavam melhorar de vida. De família numerosa (eram ao todo sete irmãos), passou a ser chamada de Carmem quando ainda era uma adolescente, por influência da peça Carmem, de Bizet. Queria ser freira, mas o pai não deixou. Trabalhou ainda como balconista e aprendiz de chapelaria e costureira, para ajudar a família, antes de iniciar sua carreira na música.
Seus pais abriram uma pensão, e Carmem passou a cantar para os fregueses. Mesmo sendo portuguesa, seu sotaque era quase imperceptível, e ela nesse tempo cantava basicamente tangos. Depois que conheceu o violonista Josué de Barros, iniciou sua carreira propriamente dita: ele lhe levou para rádios e conseguiu que gravasse um disco. Daí para o sucesso foi um pulo. Em menos de seis meses já era considerada a maior cantora do Brasil.
Por ser baixinha (1:53) usava sempre salto alto. E por isso ficou conhecida como a pequena notável.
Estreou no cinema em 1932, com o filme “O carnaval cantado no Rio”, e fez no ano seguinte “A voz do carnaval”, de Adhemar Gonzaga. Fez ainda Alô, alô, Brasil (1935); Estudantes (1935); Alô, alô, Carnaval (1936) e Banana da Terra (1939), seu último filme no Brasil, no qual interpretava “O que é que a baiana tem?”. Nesse filme apareceu com o estilo que lhe marcou: vestida de baiana com todos os turbantes e balangandãs que tinha direito. Dançava virando os olhos, com o sorriso aberto e cativante e gesticulando com os braços.
Em 1939 foi morar nos Estados Unidos, contratada por um empresário para fazer diversos shows. Ficou conhecida como a “Brasilian Bombshell”, a explosão brasileira.
De volta ao Brasil, em 1940, foi recebida friamente pelo público e crítica, que a julgaram americanizada. Ela ficou arrasada, cancelou shows e se trancou em casa. Dois meses depois estreava um espetáculo do qual fazia parte “Disseram que voltei americanizada”. Foi a redenção.
No final de 1940, Carmen retornou aos Estados Unidos para fazer vários filmes: Down Argentine Way (Serenata tropical), That night in Rio (Uma noite no Rio), Week-end in Havana (Aconteceu em Havana), Springtime in the Rockies (Minha secretária brasileira), The gang is all here (Entre a loura e a morena), Greenwich Village (Serenata boêmia). No ano seguinte deixava sua assinatura na calçada da fama.
Em 1947 casou-se com o americano David Alfred Sebastian. Aliás, nesse quesito ela sempre foi discreta, com namoros nunca assumidos. Assim, seu casamento, de uma hora pra outra causou um enorme espanto. Bom, o fato é que ele virou seu empresário. Ela chegou a engravidar, mas perdeu o bebê. Sentindo-se triste com este fato (e com o casamento que ia de mal a pior, com o marido explorando ela como nunca) ela dedicou-se totalmente ao trabalho, o que começou a abalar sua saúde: tornou-se uma hipocondríaca, viciada em remédios (tomava para dormir, para acordar...), alguns diziam até que cheirava cocaína, tinha crises constantes de depressão e começou a ter síndrome de palco, tendo que tomar calmantes para se apresentar. Chorava loucamente por tudo.
Em agosto de 1955, depois de se apresentar num programa de tv, ela teve um enfarte fulminante, pouco antes de ir dormir. Seu corpo foi encontrado no dia seguinte, por seu marido. Seu enterro, no Rio de Janeiro, foi acompanhado por uma multidão, que se espremia para dar o último adeus. Tinha apenas 46 anos.
Ao todo, Carmen gravou na R.C.A. Victor, entre 1929 e 1935, 77 discos com 150 músicas. No Brasil, na R.C.A. Victor e na Odeon, ela chegou a gravar 281 músicas.
A pose clássica, com as mãos levantadas e o sorriso cativante ficaram como marcas de brasilidade, uma brasilidade feliz, como americano gosta de ver (e o Brasil gosta de vender). Ela acabou virando um mito, nosso retrato perante o mundo. Impossível hoje olharmos uma baiana e não lembrarmos dela. A portuguesa mais brasileira que já houve. E alguém lembra que ela era portuguesa?

Cecil Beaton foi um dos melhores fotógrafos de Hollywood. Estava procurando algo sobre a Greta Garbo (e os dois foram amantes), quando encontrei algumas fotos feitas por ele. Achei maravilhosas e separei para vcs. Vejam:



E aí? gostaram?





Ela era o oposto da virginal Mary Pickford. Suas personagens, ao contrário da colega, eram sensuais, uma explosão de sexualidade (no sentido lato) num período ainda remoto do cinema. Apareciam sempre de rosto excessivamente pintados e com roupas reduzidíssimas (para a época).
Theda Bara nasceu em Ohio, em 1890 e seu nome verdadeiro era Theodosia
Goodman. Para aumentar a áurea de mistério que a cercava, dizia-se que era filha
de um artista francês com uma amante árabe. E seu nome era um anagrama de Arab
Death (morte árabe).
Mas, apesar disso, dizia-se que era extremamente tímida, exigindo, para
que fossem feitas as cenas, que o cenário estivesse às escuras. Bom, lenda ou
não, o certo é que ela fez mais de 40 filmes, mas a grande parte hoje em dia já
se perdeu.
Seu último filme, Madame Mystey
(1929) era uma paródia de si mesma. Ela tinha então 41 anos. Bem, depois, sua
carreira acabou no limbo, sendo esquecida quase que completamente.
Ela morreu na Califórnia em 1955, de câncer.
Bem, ela era feia demais. Acho que para qualquer padrão, seja
hoje ou ontem. Nunca vi uma cena de filme dela. Busquei algumas fotos em que
aparecesse mais apresentável, mas não se pode fazer milagre. Mas, se ela era
sensual, e era isso que fazia dela um sucesso, que bom. Ela se destacava mais
pela ousadia do que pela beleza. É isso. E tenho dito.
Estava dia desses lendo algo sobre Grace Kelly, e acabei chegando numa página sua em que apareciam as capas de revistas (algumas) das quais ela tinha participado. Como sempre, acabei ficando curiosa quanto a esse tipo de trabalho, naquela época tãaaaaao romântica, podemos dizer assim, do cine. Fui procurando, achando alguns títulos de semanários, Life (que tinha por característica uma tarja vermelha), look (que me chamou a atenção pela diferença de capas, umas das outras) e tantas outras. Dependendo do público, havia a abordagem romanceada dos astros, com desenhos nas capas, de cenas de filmes, ou em poses forçadas de inocência ou charme excessivos. Cheguei onde queria: descobri uma página em que constava milhares (peraí o exagero) de fotos de capas de revistas antigas. Destaquei alguns para mostrar a vocês. Espero que gostem. Se quiserem ver completo, vejam aqui nesse site. Abração.







Como diria Faustão, sem dúvida alguma uma dos maiores monstros sagrados do cinema. Um misto de sensualidade, malícia e extrema masculinidade. As mulheres o amavam, os homens queriam ser como ele. Mas, olhando em retrospectiva, o que fazia desse homem, que nem bonito era, um dos mais queridos do mundo do cinema?
Clark nasceu em Ohio, em 1901, perdendo a mãe aos 7 meses de vida. Abandonou os estudos pois não gostava de estudar. Teve que se virar para sobreviver: foi vendedor de gravatas e fabricante de pneus, antes de tentar a sorte como ator. Não foi fácil, logo de cara foi recusado por Darryl F. Zanuck, que dizia que ele nunca faria sucesso porque tinha uma cara de mico. Mas ele sempre teve esse sonho. Sua primeira companheira, Josephine Dillon, o ajudou completamente nesse período. Ela era diretora e atriz de teatro, e muito mais velha que Gable. Casaram-se em 1924 e ela praticamente o moldou, mostrando a ele do que as mulheres gostavam, ensinando gestos, auxiliando na escolha de corte de cabelo, bigode, roupas, ajudando a criar a lenda que mais tarde seria conhecida como o Rei de Hollywood.
Começou em papéis modestos, em Forbidden Paradise (1924). Chamou atenção no filme Free Soul (1931), com Norma Shearer. Começou a ser escalado para papéis românticos, ao lado de estrelas como Joan Crawford (que se tornou sua amante).
Em princípios da década de 30, ele separou-se de Josephine e casou-se com a milionária Rhea Langhan, também mais velha que ele. Fez “The painter desert” (1931) na Metro, onde fez mais de 11 películas só nesse ano. Em 1934 ganhou um Oscar por “Aconteceu naquela noite”.
Mas o maior dos seus sucessos, sem dúvida alguma, é “E o vento levou”, em que interpretou Rhett Butler, par perfeito para a mimada Scarllet. Quanto aos dois, um capítulo à parte. Reza a lenda que ele, nessa época, era conhecido como o garanhão de Holllywood, não lhe escapando nenhuma atriz com quem contracenasse. Ele não perdoava. Surge então a belíssima Vivien, que não achou ele essas coisas todas. Bem, o resultado foi uma relação turbulenta, com discussões e provocações mútuas. Vivien dizia que era horrível a chapa que ele usava e que também era um horror ter que agüentar o bafo terrível dele durante as cenas de beijos (ou ele tinha problema de bafo mesmo, ou comia cebola antes das cenas, já me disseram essas duas versões do fato, não sei...). O fato é que se dando bem ou não, “E o vento levou” de 1939 se tornaria um marco na indústria cinematográfica.
Nesse mesmo ano ele se casou com aquela que seria sua paixão: a também atriz Carole Lombard. Os dois viveram uma grande paixão, até a morte desta, três anos depois do matrimônio. Bom, para Gable, amor não implicava mesmo fidelidade, e ele continuava o mesmo garanhão de sempre. Continuava com seu caso com Joan Crawford, com quem, esporadicamente, se encontrava de vez em quando. E era com ela que Clark estava quando soube da morte de Carole, num acidente aéreo. Ele ficou arrasado e teve nessa época uma profunda depressão.
A década de 40, por essa razão, não foi muito boa para ele, fazendo poucos filmes. Casou-se com Sylvia Ashley (viúva de Douglas Fairbanks) e apareceu em alguns filmes como Mogambo (1953) de John Ford. “Os desajustados”, seu último filme (e de Marilyn Monroe também) acabou entrando para a história. Nessa época, ele, já um coroa mais comportado, negou-se a ter um caso com Marilyn, que tentou, tentou, tentou, mas não o levou para a cama. Ele sentia-se já cansado e não queria mais meter-se em confusões. Ainda casou-se pela última vez em 1955 com Kay Spreckles, com quem teve um filho (John Clark Gable). Há rumores de que teve uma filha com Loretta Young, o que não foi confirmado até o presente momento.
Gable faleceu com 59 anos, em novembro de 1960, e foi enterrado ao lado de sua grande amada, Carole Lombard.


1901 - 1971
Pouco conhecida hoje em dia, Bebe Daniels foi uma das estrelas do cinema mudo que era muito popular em sua época. Desde criança Bebe Daniels participava de curtas-metragens. Foi, com isso uma das principais atrizes do cinema mudo, tendo feito, só com o diretor Hal Roach mais de 200 comédias de dois rolos, trabalhando com atores como Harold Lloyd e Harold “Snub” Pollard.
Em 1917 foi convidada pelo diretor Cecil B. DeMille para trabalhar com ele, mas isto só foi se concretizar dois anos mais tarde. Em 1919 foi para a Paramount, fazendo lá papéis mais variados. Como exemplo podemos citar “Masculino e fêmea” em que ela estrelava juntamente com Glória Swanson. Bebe especializou-se em papéis leves e simpáticos. A atriz trabalhou ainda com Mary Miles Minter, May McAvoy e Rudohph Valentino (este no filme “Monsieur Beaucaire”. Com o advento do cinema falado, percebeu-se sua voz “cantada”, mas mesmo assim ela manteve sua carreira, estrelando em filmes como “Reaching for the moon”, “42nd street” e “Counsellor at law”, este último estrelado por John Barrymore.
Em 1930 casou-se com Bem Loyd, que foi seu parceiro no filme “Alias french gertie” (1930). Mudou-se com ele para a Inglaterra em 1936. Lá teve uma carreira bem sucedida, com comédias leves, trabalhando ainda no rádio e no teatro. Em 1971 sofreu um derrame, o que acabou levando-a à morte.

Sim, mais uma vez eles. Agora com suas mães. Minha homenagem a elas no dia tão especial. Adoro mães. Obrigada à minha querida amiga Electra, que me indicou um site maravilhoso, de onde tirei algumas dessas fotos. Valeu!


O clã chapliniano (claro!!):

E as mais especiais das mães: as minhas:

Nascimento: junho de 1879 – Yalta, RússiaMorte: 2 de julho de 1945 – Califórnia.
Esta russa era considerada uma das mais exóticas estrangeiras que chegaram em Hollywood. Mariam Edez Adelaida, mais conhecida como Alla Nazimova foi a terceira de três filhos. Desde o início sua vida foi instável, já que era filha de um pai violento e separado da mãe. Ainda jovem foi morar com a família na Suíça, onde demonstrou grande talento para a música, iniciando as lições de violino aos 7 anos. Seu pai foi contra, chegando várias vezes a batê-la. Isto lhe causou um pânico e depressão, que lhe acompanharam por toda a sua vida.
Estudou no Consercatório de São Petersburgo, trocando a música, posteriormente, pelo teatro. Estudou com Stanilslavsky, e também com Chekhov. Aos 25 anos já fazia sucesso na Broadway, e em 1916 estreou no cinema com o filme “War Brides”. Fazia muitas festas em sua propriedade chamada “Garden of Alah”, localizada perto do Sunset Boulevard. Depois de estrelar vários filmes, voltou ao teatro em 1925. Mas acabou voltando, para fazer personagens marcantes como a mãe de Tyrone Power em Sangue e Areia (41) e a marquesa em “The bridge os San Luis” (44).Alla morreu na Califórnia, de trombose coronária.

*** gente, estou tao contente por dois motivos:
1. Estou fazendo um novo template.
2. Comprei numa promoção Casablanca e E o vento levou , os dois por 32 reais!!! ou seja, cada um saiu por 16!! sao de coisas simples que se fazem a vida.
Margaret O’brien foi a estrela infantil mais popular da década de 40. Com Shirley Templo já crescida, o povo precisava de outro exemplo, e ela foi a escolhida. Margaret nasceu em janeiro de 1937, em Los Angeles, filha de circenses. Logo de início destacou-se de outras crianças com sua interpretação formidável. Assinou contrato logo com a MGM. Em 1942, com cinco anos, estrelou uma órfã de guerra em “Journey for Margaret”. Com sete anos, e emprestada a FOX, interpretou juntamente com Liz Taylor “Jane Eyre” (1944).
Depois disso só lucro, ganhou muito dinheiro e se tornou febre de vendas, como tinha ocorrido na década anterior com Shirley Temple. Emocionou a todos como a compreensiva irmã de June Allyson em “Music for millions” (1944) e botou Charles Laughton no chinelo em “The cantervilhe ghost” no mesmo ano.
Bem, ela também trabalhou com Judy Garland (fazendo sua irmã caçula em “Agora seremos felizes”).
Como aconteceu com a maior parte dos astros mirins, o tempo foi seu maior inimigo. A partir dos anos 50, com a adolescência, sua carreira começou a declinar, e ela trabalhou bem menos até entrar na obscuridade. Ainda fez algumas tentativas frustradas de voltar ao sucesso, mas nada. Nos anos oitenta tentou retornar com o filme Amy (1981), mas não deu certo.




