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Gente, muito obrigada pelos elogios, e pra todo mundo que curte o purviance. Podem ter certeza que esse espaço é feito com muito carinho, porque aqui eu tento dividir com vocês um pouco do que gosto. Espero que gostem também. Mandem sugestões também. Obrigada ao pessoal que sempre está por aqui (Meg - minha amiga de sempre, Marcos, Bárbara, Moacy, , Felipe, Luis, Electra, Gustavo, Dani, Fernando, Rodrigo, David, Marcelo, Paulinho, Ciça, Robson, e tantos outros que sempre aparecem por aqui e que mesmo sem deixar comentários, deixam suas pegadas). Espero que também curtam essa nova lista. Beijo pra todos.


Bem.... e o novo template????? Heim???? Gostaram????
Faz algum tempo que eu gostaria de escrever sobre Ava. Bem, lendo o capítulo sobre ela do livro “A vida sexual dos ídolos de Hollywood”, de Nigel Cawthorne resolvi resumir pra vocês, porque assim eu falo um pouquinho dela.
Ava nasceu em 1922, na Carolina do Norte, de uma família humilde e vivia no campo, andava descalça, livremente. Com 18 anos foi descoberta por um caçador de talentos da MGM. Ela fez um teste, mas concluiu-se que ela era péssima para atriz, mas acabou sendo contratada por sua beleza. Acabou sendo moldada com aulas de dicção e interpretação.
Acabou conhecendo Mickey Rooney, que acabou sendo seu primeiro homem. Ele se gabava de ter tirado a virgindade dela. O namoro dos dois acabou se transformando num casamento em 1942. Os desentendimentos acabaram se tornando freqüentes, por Rooney parecia gostar mais de estar em companhia dos cavalos (corrida de cavalos) do que dela. Além disso costumava juntar os amigos para beber e começou a sentir um ciúme quase doentio por ela. Apesar de tudo, ele ainda conseguiu alguns papéis para ela. Mesmo assim, depois de uma séria briga por conta do ciúme dele, ela o deixou, um ano após o casamento.
A partir daí Ava passou a ter casos e casamentos com alguns executivos, atores e cantores de Hollywood, nem sempre seguidos, mas às vezes simultâneos. Dentre os quais Howard Hughes (que numa briga bateu tão forte nela que acabou deslocando seu maxilar), Artie Shaw (que para Ava era intelectualmente superior a ela e não aceitava sua simplicidade, mesmo assim acabaram casando), Burt Lancaster (escritor), David Niven (ator inglês), John Huston (diretor que a dirigiu em “A noite do Iguana” e “A bíblia”), Mel Torme (cantor), Robert Taylor, Robert Mitchum.
Bem, por essa época ela já havia perdido sua timidez, com relação aos homens. E enquanto sua vida profissional crescia, os executivos da MGM lutavam para manter todos os seus casos longe dos holofotes. Mas o maior de todos os seus casos foi mesmo com Frank Sinatra. Quando eles se conheceram não simpatizaram muito um com o outro. Nessa época ele era casado com Nancy e tinha dois filhos. Ele já era acostumado a ter casos, e sua mulher a receber ele de braços abertos, porém, com Ava foi diferente. Descobriram que a antipatia que sentiam um pelo outro na verdade era uma enorme atração. Começaram um tórrido romance, culminando com o abandono de lar de Sinatra. Nancy pensou que seria como os outros casos, até que ele lhe pediu o divórcio. Ela não quis dar e Sinatra e Ava continuaram a se encontrar cada vez mais. As brigas eram famosas (como a que Sinatra deu um tiro no colchão para chamar a atenção de Ava). Os jornais os perseguiam, e o público, que antes nutria um carisma pela esposa traída, começou a se cansar logo daquilo. Nancy acabou dando o divórcio e eles puderam finalmente ficar juntos e casaram. Ela o acompanhava nos shows e ele a traia esporadicamente (Frank continuava o mesmo) e eles, por conta das brigas, acabaram sendo conhecidos como os briguentos sinatras. Cansada das traições, ela o deixou.
Mais amantes sem importância ela teve depois dele. Sinatra ainda se casou mais uma vez, mas dizia que Ava tinha sido sua grande paixão. Ele pagou o longo e caro tratamento da doença que acabou levando ela (calcula-se algo em torno de um milhão de dólares). Ava morreu em 1990, com 67 anos.






Alguma cena a mais? Eu teria mais algumas, mas, deixo pra vocês complementarem.
Paul Newman nasceu em 1925, em Ohio, EUA, e serviu na marinha, durante a segunda guerra. Formou-se também em Economia e estudou no Actors Studio. Debutou na Broadway, em "Picnic". Depois disso as portas do mundo do cinema abriram-se para ele. Conseguiu um contrato com a Warner Bros, onde iniciou em "O cálice sagrado", filme de 1954. Mas a grande oportunidade viria em "Marcado pela sarjeta", de 1956.
Em 1958 casou-se com Joanne Woodward, de quem nunca se separou. Fez sucessos como Somebody up there likes me (1956) e Um de nós morrerá (onde fez Belly the Kid), Gata em teto de zincoquente (1958), O Indomado (1963), Rebeldia Indomável (1967). Dirigiu sua segunda esposa, Joanne Woodward, em Rachel Rachel (1968).
Durante a década de 60 continuou seu sucesso, com filmes como "Hud" (1962), "Cortina rasgada" (1966) e "Dois homens e um destino", de 1969.
Na década de 70 diminuiu o ritmo no cinema, mas continuou trabalhando.
Fundou uma instituição para pessoas doentes de cancer. Ativo na política como liberal, dono de um negócio de alimentos naturais e de uma equipe de automobilismo, manteve-se um astro e foi indicado 8 vezes ao Oscar.
