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Jean Harlow, a primeira loura bomshell mais conhecidas de Hollywood, nasceu em março de 1911, na cidade de Kansas. Aos 16 anos ela e sua mãe mudaram-se para ... Sua mãe, já separada, juntou-se a Marino Bello. Jean, por sua vez, apaixonou-se e casou-se com Charles McGraw, aos 16 anos (separaram-se antes dela iniciar o estrelato).
Começou fazendo alguns curtas cômicos, por necessidade, pois seu padrasto não ajudava nas despesas. Começou com a dupla Laurel e Hardy. Conheceu o magnata Howard Hughes que ajudou na sua carreira, conseguindo um contrato para ela na RKO, que passou a promove-la. Deslanchou na carreira, fazendo filmes como "Anjos do inferno" (1930), fazendo uma curta participação em Luzes da cidade (1931) entre outros.
Em 1932, foi contratada pela MGM, e também casou-se com Paul Bern, que era um homem de confiança de Irving Thalberg. Na verdade, até hoje não se sabe o que ela desejava com esse casamento (ela poderia escolher qualquer homem, mas escolheu justamente um homem pequeno, careca, com um bigode fino), mas a verdade é que ele revelou-se o maior fiasco de sua vida. Ainda na noite de núpcias, Jean descobriu que ele era impotente e acabou por levar uma surra: ele a espancou, lhe dando chicotadas e mordidas. Surra esta que lhe deixou marcas que acompanhariam pelo resto de sua vida. Bom, para acabar a tragédia do casamento, ele acabou suicidando-se com um tiro, na residência do casal, deixando um bilhete em que se dizia apaixonado por Jean e pedia perdão por não satisfaze-la.
Nessa época ela fazia um filme com Clark Gable, e acabou consolando-se nos seus braços (como fazia já há algum tempo logo depois do seu casamento frustrado). Sua fama crescia a cada dia mais. Depois da morte de Bern, ela casou-se com Harold Rosson, de quem se divorciou em 1935. Já sentia enormes dores, causadas pela surra que levara de Paul Bern.
Para perpetuar a fama de sensual, antes de colocar os vestidos justíssimos, ela esfregava gelo nos mamilos, e nos jornais afirmavam que ela dormia nua sob peles. Diziam ainda que sua cama era uma réplica da concha de Vênus.
Mas na verdade ela na vida particular parecia ser apenas uma mulher muito carente, que desejava muito ser mãe. Apesar de esforçar-se, não conseguiu. Já durante a lua de mel com Rosson, ela teve a primeira crise de apendicite. Na verdade, desde o espancamento que levara de Bern, as seqüelas acabaram por evoluir para complicações renais.
Quando estava rodando Saratoga (1937) desmaiava em cena constantemente. Até que um dia foi socorrida. Sua mãe, que acabara de se converter para a cientologia (que achava que só com a força do pensamento conseguia-se o que quisesse), negou-se a prestar qualquer tipo de socorro médico. Achava que só com o pensamento conseguiria cura-la. Jean sofria enormes dores, e não conseguia sequer falar e pedir ajuda. Todos tentaram em vão convencer sua mãe a socorre-la. Jean morria a cada dia, definhando, sofrendo, sem conseguir dizer uma palavra. Quando enfim invadiram sua casa para tentar salva-la, já era tarde. Jean morria aos 26 anos, em 1937, uma morte absurda.





Quem vive fuçando como eu, em busca de imagens e informações, acaba encontrando situações parecidas e às vezes idênticas. É o que separei para vocês compararem comigo:




Judy, Judy, Judy. Sabe quando você simpatiza com determinado ator e não sabe nem direito o motivo? Acontece com Judy. Um dos grandes mitos do cinema, um mito do mundo gay.
Frances Ethel Gumm nasceu em Minnesota (junho de 1922) e iniciou a carreira cedo, com 6 anos, participando de um grupo vocal com suas irmãs (The gumm sisters),pois sua família fazia parte do teatro musical; mas o sucesso absoluto viria com O mágico de Oz. Impossível, impossível ouvir Over the Rainbow sem ligar com a imagem da Dorothy, a mocinha de olhos meio vesgos, que busca um espaço no mundo, e quer ser aceita como é (por isso também a atriz ser considerada um símbolo na luta contra a discriminação dos gays).
Com 17 anos estrelou O mágico de Oz, recebendo um Oscar especial por seu trabalho. Foi nesse período que o estúdio anexou uma cláusula que ela não poderia engordar e tampouco perder a sua voz. Receitada pelo próprio estúdio, começou a usar remédios para não engordar. Mesmo com 20 anos, os estúdio quiseram que ela continuasse a ser a mesma Dorothy, caso contrário perderia o contrato. Mais uma pressão. Diversas vezes tentou o suicídio.
Uma grande parceria nesse período foi Mickey Rooney (ô carinha que eu não simpatizo) em filminhos bobos, bem ao molde americano, que visavam somente interter as platéias americanas durante a guerra.
Um mudança significativa em sua carreira ocorre com o filme The pirate, de 1948, em que aparece mais feminina, aposentando a mocinha dos velhos tempos. Nesse período tomava anfetaminas (também receitados pelos médicos de Hollywood, o que a fazia ter alucinações e mudanças terríveis de humor).
Pela década de 50 passou um tempo esquecida pelo cinema. Ela torna-se para a música e acaba ganhando 5 grammys. Retorna ainda ao cinema com o filme Nasce uma estrela. Na década de 60 apresenta o The judy Garland show, pela CBS (tem um dvd com algumas apresentações).
Mas Judy foi uma espécie de amostra do que a fama precoce e o excesso de trabalho podem fazer com uma pessoa: drogas e alcool desde cedo fizeram parte de sua vida. Drogas para dormir, drogas para acordar, drogas anti-depressao, álcool das festas tomando o espaço da vida privada. . A própria vida, cheia de desilusões, a fizera se entregar aos barbitúricos. Em muitos momentos as filmagens eram interrompidas para que ela pudesse se recuperar.
Aos 47 anos seu rosto já mostrava os efeitos agoniantes do excesso de estravagâncias que teve na vida, tão jovem, mas já tão estragada...
Acabou morrendo de overdose, em 1969, em Londres. Como atriz já não trabalhava, mas ainda cantava. E como cantava.
Casamentos: David Rose, Vincent Minelli, Sidney Lufft, Mark Herron e Mike Deans
Filhos: Liza Minelli, Norma Lufft e Joe Lufft



Bem, estava procurando alguma na internet sobre trajes e moda, pois sempre gostei de fuçar essas coisas antigas e tal, e encontrei alguns que foram usados nos filmes. Separei alguns para vocês. Alguns estão à venda e outros em museus. Essa é a primeira parte:




Fazia como ninguém o tipo machão. Bogart nasceu em 1899 e estreou no cinema em 1930. Apesar do jeito durão tornou-se muito influente e popular, tornando-se um dos mitos de Hollywood. Na verdade, a maneira de falar arrastada e o rosto de pedra foram resultado de um acidente que sofreu durante sua participação na Primeira Guerra Mundial, em que seu lábio superior foi dilacerado.
Teve sucessos como A floresta petrificada, 1936), filmagem de uma peça da Broadway, e Anjos de cara suja. Tornou-se um astro com o clássico Relíquia macabra (1941), de John Huston. Bem, e o que dizer de Casablanca (1942)? Impossível imaginar outro no papel principal de Rick.
Em Aventura na Martinica, (1942) conheceu Lauren Bacall, sua terceira esposa. Fez ainda À beira do abismo (46), Paixões em fúria (48), Uma aventura na África (51) e Sabrina (1954), onde contracena com Audrey Hepburn.
Humphrey faleceu três anos depois, em sua casa, de câncer. ao lado de Lauren.

