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O títuto original era “Willy Wonka & the Chocolate Factory”, e deve ter sido um dos filmes mais vistos por mim na minha infância (e acho que de todos que viveram ela na década de 80). É, o lançamento foi em 1971, pela Paramount Pictures, mas a Rede Globo exibia até a exaustão na Sessão da Tarde, e o garotinho que vestia aquela camisa listrada acabou ficando em minha mente.
No roteiro, um garoto chamado Charlies Bucket, vivia na miséria com seus pais e quatro avós que dividiam a mesma cama. Fascinado pelas histórias contadas por seu avô, a criança, quando sabe que há uma espécie de concurso para entrar na fábrica de chocolate de Willy Wonka, começa a sonhar loucamente com a idéia de ganhar um dos cinco ingressos. E ganha. Os cinco garostos sorteados passam um dia de sonho e descobertas, em que qualquer ato condenável pode elimina-los da disputa.
Quando eu era criança, eu via esse filme com certo medo, pois as crianças sumiam, e eu acreditava que algo de mal ia acontecer-lhes, pois não apareciam mais. O Willy Wonka (não sei se porque não simpatizava muito com o Gene Wilder) não era um cidadão muito agradável, mas uma espécie de serpente, que testava a todos. O vovô era tudo o que eu, uma criança sem avôs vivos, desejaria ter.
Fui hoje, assistir a versão atual, com o Johnny Deep. Amei. Algumas alterações com relação a obra inicial (lógico, lá se vão mais de 30 anos desde a primeira estréia), e o mais surpreendente para mim foi o trabalho que fizeram em cima da personagem do Willy Wonka. Talvez porque eu já fui ver sabendo que Michael Jackson iria abrir sua Neverland para nós, senti mais simpatia pelo personagem. Ele aparece mais humano desta vez, causando-nos um misto de medo e compaixão por sua loucura. Enfim, duas versões para curtir.



PS. O cenário não lembra o mágico de Oz???






Marilyn gostava de vestir preto e vermelho, de Clark Gable, Chaplin, Cary Grant, Olívia de Havilland e Greta Garbo. Também gostava de grandes artistas clássicos, como Goya, Picasso, Michelangelo e Botticelli. Lia How Stanislavsky, John Keats eWalt Tennessee e ouvia Ella Fitzgerard, Frank Sinatra e Beethoven.
Marilyn também foi a deusa do sexo, e sob esse título ficou conhecida em todo o mundo. Sua vida, dependendo de quem a conte pode ser delineada como trágica ou uma busca incessante e sem limites, pelo sucesso. Teve como amantes Sinatra, Marlon Brando, Charles Chaplin Jr. (de quem engravidou e teve que fazer um aborto), Howard Hughes, Yves Montand e os Irmãos Kennedy, entre outros.
Sua morte, assim como sua vida, está envolta em mistérios: assassinada ou suicida? Que venham as suposições, a mulher se foi, ficou o mito. Maior até que a vida.
FRASES:
" Eu estava feliz. As pessoas esperavam por mim. E lembro bem dos dias em que ninguém me queria."
" Um verdadeiro terror me dominava quando tinha de entrar no palco ou estúdio.Representar, para mim, era uma verdadeira agonia e também a suprema ventura."
" Se sou uma estrela, foi o público que me fez estrela....não o estúdio, nem ninguém em particular,mas o público."
" Qualquer jovem estrela vibra quando recebe a primeira carta de um admirador. É como se embebedar. Mas, que pode significar para uma mulher um milhão de admiradores? Na vida, conta mais um só homem que represente o amor."
" Bem, senhores, qualquer coisa que eu seja, o nome do filme é Os Homens preferem as Loiras. E eu sou a loira.

Amigos, como alguns sabem, estou preparando um site sobre uma atriz maravilhosa, e não estou conseguindo atualizar o Purviance ao mesmo tempo. Portanto, para o bem do blos, do site (e meu), resolvi dar um tempo no purviance. Ele fica em off até dia 15 de julho, quando retornará e eu avisarei a todos que frenquentam esse espaço.
Quem quiser manter contato, mandem-se um email e continuem curtindo o purviance através do histórico, que traz muitas coisas legais. Abaixo, um poemeto que escrevi há milhares de anos. Um beijo, até breve.

"E digo mais,
Ver-te, mirar tua imagem apenas do que foste,
Saber que nao existes,
Que nao te posso tocar,
Saber que o que vejo é apenas miragem,
Imagens estáticas de um passado ao qual nao pertenci.
Enfim, é saber que caminhamos,
Nao lado a lado
Mas um antes e o outro Depois... "
carla Anjos