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Sim, sim, sim, é verdade. E seu nome é Dolores Hart (batizada Dolores Marie Hicks). Essa loirinha (que chega a lembrar a Grace Kelly) nasceu em Chigago, em 1938. Com 4 anos ela foi para a Califórnia, depois do divórcio dos pais. Desde cedo mostrou interesse pelas artes, mas foi só depois que ela se formou no colegial, que o destino bateu `sua porta: foi encontrada por um caça talentos e parecia perfeita para o papel de namorada num filme de ninguém mais que Elvis Presley. Estrelou “Loving you” e sua carreira deslanchou.
Em 1961 ela foi chamada para estrear o filme “São Francisco de Assis”. Ela procurou ler tudo sobre Santa Clara, cujo papel faria na película, e freqüentou locais em que a santa esteve. Interpretou muito bem a irmã Clara, e depois disso passou a fazer retiros freqüentes.
Até que... em 1966 ela resolveu seguir o caminho que a chamava, internando-se num convento, onde encontra-se até hoje, sendo mais conhecida como Irmã Judith. É, Hollywood tem dessas coisas também.


Sim, estou retrabalhando o site sobre Chaplin, e quero que ele seja o mais completo possível, afinal, ele e todos nós merecemos! Fazendo minhas pesquisas, verifiquei que os netos de Chaplin estão na ativa e alguns deles já fazendo sucesso. O Jerrie Thierree é ator de teatro, e lembra muito o avô nos primeiros tempos. Ele está em cartaz nos Estados Unidos com uma peça em que ele faz performances maravilhosas. Vejam as fotos de alguns netos do grandioso.
Carmem Chaplin:

Kiera Chaplin:

James Thierree:

Dolores Chaplin

Ainda estou vendo O mágico de OZ, edição de colecionador, mas aí vão alguns extras contidos nos dvds (além do filme, claro):
Comentários do Historiador John Fricke
Comentários sobre o livro “O mágico maravilhoso de OZ”
O processo de restauração de OZ
Trilha de música e efeitos sonoros (aqui o filme passa sem as falas)
Documentários que contam com os testemunhos dos atores (Lembranças de OZ, A arte da Imaginação, Pelas coisas maravilhosas que faz: O legado de OZ).
Vídeos caseiros dos bastidores do filme, feitos por Harold Arien.
Cenas excluídas e eliminadas (incluindo The Jitterbug)
Testes do Furacão
Arquivos de filmes (Academy Awards e Concurso de vencedores no Texas)
Galeria de fotos (milhares) e de áudio e traillers.
Versões anteriores do filme:
O mágico de OZ (1910)
O manto Mágico de OZ (1914) (com Mildred Harris, primeira esposa de Chaplin)
Sua Majestade, O Espantalho de OZ (1914)
O mágico de OZ (1925)
O mágico de OZ (1933
atores que poderiam ter feito os respectivos papéis:

Versões anteriores:



Norma Shearer nasceu em Quebec, no Canadá, em agosto de 1902. Começou sua vida artística como modelo, ganhando um concurso de beleza em sua cidade. Após isso, mudou-se para Nova York. Fez testes, juntamente com sua irmã Athole, na companhia de Ziegfield Follies.
Foi escalada para diversos filmes de baixo orçamento, tendo estreado no cinema em 1920, no filme The Flapper, dirigida por Alan Crosland. Nesta mesma década, conheceu um dos executivos da MGM, Irving Thalberg, que acabou por desposa-la.
Contratada pela MGM, conseguiu bons papéis, boa parte deles conseguidas por causa de seu casamento com Irving Thalberg. Recebeu o Oscar pelo filme “The divorcee”, de 1930. Após a morte de Thalberg, foi deixada um pouco de lado, embora tenha conseguido alguns bons papéis, como
Após casar-se novamente com um esquiador, em 1942, afastou-se totalmente do cinema. Faleceu em meados de 1983, nos Estados Unidos.
Lista completa de filmes aqui:







Eu vi ontem um filme tão interessante da Bette Davis. Quando eu me lembro dela, lembro logo da Malvada, e fica difícil separa-la do papel de má. E nesse filme ela é justamente a mocinha. Estranho vê-la assim. Pois bem, ela faz o papel de uma garota, filha de um novo rico (como chamamos hoje), que vive loucamente e acaba se envolvendo com um músico. A primeira cena em que ela aparece é realmente digna de uma Marilyn, com os cabelos belamente armados e umas costas de deusa. Porém, quando ela vira, ainda é a Bette, mas eles tentaram vende-la (a princípio) como uma delas, depois viram que a coisa era diferente...
Bem, quando ela decide casar, encontra pela frente um Cagney que, interessado no dinheiro do pai dela, combina com o mesmo de seqüestra-la em troca do seu peso em dinheiro. É... mas o avião cai numa cidade quase abandonada e é bem fácil saber o desenrolar da história. Comédia bem levinha. Cagney, como sempre, perfeito, no papel de um cafajeste de bom coração. Bette , minha querida Malvada, não fez feio no papel de boazinha.
PS QUASE UM DESABAFO: Difícil mesmo foi encontrar material falando sobre esse filme. Ontem o filme estava nos letreiros quando comecei a ver, portanto não vi o título. Tudo bem, pensei, não será tão difícil identificar. Fui no site da TCM e o mesmo só fornecia o título em português: “Noiva por encomenda”. Fui no google e coloquei o título com os nomes dos atores. Grande coisa. Não apareceu nada parecido. Pois é. Lá vou eu, tentar IMDB. Clica num filme e
Ano: 1941
Direção: William Keighley
Elenco: James Cagney, Bette Davis, Jack Carson, Harry Davenport, Stuart Erwin, Eugene Pallette, outros.