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Micheliangelo Antonioni

29 de setembro de 1912 a 30 de julho de 2007)

Um dos mais influentes no neo-realismo italiano, se auto intitulando marxista.
Primeiro grande sucesso: L'avventura (1960)
Primeiro filme nos EUA: Zabriskie Point (1970), com trilha sonora de Pink floyd e Rolling Stornes
estilo: poucos diálogos e planos, muitas vezes desinteressados e sequencias enormes (vide 10 minutos em The passenger),
Esposas: Letizia Balboni e Enrica Antonioni (viúva)

Prêmios:
- 03 Oscars
- 02 BAFTAS
- 01 Prêmio Bodil
- 04 Palmas de Ouro em Cannes
- 02 Prêmios no Festival de Berlim
- 02 Prêmio FIPRESCI
- 05 prêmios no Festival de Veneza

Filmes
Gente del Po (A gente do Pó, 1943)
Nettezza urbana (Limpeza urbana, 1948)
Oltre L'oblio (1948)
Roma-Montevideo (1948)
L'Amorosa menzogna (1949)
Sette cani e un vestito (1949)
Bomarzo (1949)
Ragazze in bianco (1949)
Superstizione (1949)
La villa dei mostri (The House of Monsters, 1950)
Cronaca di un amore (Crimes da alma, 1950)
La Funivia del Faloria (1950)
I vinti (The Vanquished, 1952)
La signora senza camelie (Camille Without Camellias, 1953)
Tentato Suicido (Tentativa de Suícidio) - episódio de Amore in Citta (O amor que se paga, 1953)
Le amiche (As amigas, 1955)
Il grido (O grito, 1957)
L'avventura (A aventura, 1960)
La notte (A noite, 1961)
L'eclisse (O eclipse, 1962)
Il deserto rosso (The Red Desert, 1964)
Prefazione - episode in I tre volti (The Three Faces of a Woman, 1965)
Blowup (Depois daquele beijo, 1966)
Zabriskie Point (1970)
Chung Kuo (1972)
Professione: reporter (The Passenger, 1975)
Il Mistero di Oberwald (The Mystery of Oberwald, 1980)
Identificazione di una donna (Identification of a Woman, 1982)
Volcanoes and Carnival (1992)
Al di là delle nuvole,, distribuído nos EUA como Beyond the Clouds, em francês (produção) Par Dela Les Nuages, 1995) (Além das Nuvens) (co-dirigido por Wim Wenders)
Eros (2004) -- episódio de Il filo pericoloso delle cose (The Dangerous Thread of Things)
Lo sguardo di Michelangelo (2004)








- Postado por: Carla Marinho às 20h20
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Ingmar Bergman

14 de julho de 1918 a 30 de julho de 2007 (89 anos)

Dramaturco e cineasta.
Primeira peça: "Morte de Kasper", em 1941
Primeiro roteiro: "Hets"
Primeiro Filme: "Kris"
Temas mais frequentes: mortalidade, solidão, fé.
Casamentos: 01, com Liv Ullmann (atriz)
Filhos: Eva Bergman

Prêmios:
- 09 Indicações ao oscar
- 01 indicação ao Globo de Ouro
- 01 Oscar Irving Thalberg (para os melhores diretores)
- 03 indicações ao Cesar
- 02 indicações ao BAFTA
- 05 Prêmios no Festival de Cannes
- 05 Leões de Ouro de Veneza
- 04 Prêmios Bodi
- 02 Prêmios no Festival de Berlim

Filmes:
1)Kris (Crise) - 1945
2)Det Regnar paa Vaar Kaerleck (Chove em Nosso Amor) -1946
3)Skepp till Indialad (Um Barco para a Índia) - 1947
4)Música na Noite (Musik I Morker) - 1947
5)Porto (Hamnstad) - 1948
6)Fangelse (Prisão) - 1949
7)Sede de Paixões (Torst) - 1949
8)Till Gladje (Rumo à Alegria) - 1949
9)Saat Hander Inte Har ((Isto Não Aconteceria Aqui) - 1950
10)Juventude (Sommarlek) - 1951
11)Quando as Mulheres Esperam (Kvinnors Vantam) - 1952
12)Mônica e o Desejo (Sommaren Med Monika) - 1952 13)Noites de Circo (Gyclarnas Afton)
14)Uma Lição de Amor (En Lektion I Karlek) - 1954 \
15)Sonhos de Mulheres (Kvinnodrom) - 1955
16)Sorrisos de Uma Noite de Amor ((Sommarnattens Leende) - 1955
17) O Sétimo Selo (Det Sjunde Inseglet) - 1956*
18) Morangos Silvestres (Smultronstallet) - 1957* 19) No Limiar da Vida (Nara Livet) - 1957
20) O Rosto (Ansiktet) - 1958
21) A Fonte da Donzela - (Jungfrukallan) - 1959
22) Djavulens Oga (O Olho do Diabo) - 1960
23) Através de um Espelho (Saasom I en Spegel) - 1960
24)Nattvardsgasterna (Luz de Inverno ou Os Comungantes) - 1962
25)O Silêncio (Tystnaden) - 1962
26)For Att Inte Tala Om Alla Dessa Kvinnor (Para não Falar de Todas Essas Mulheres) - 1963
27)Quando Duas Mulheres Pecam (Persona) - 1966
28)Stimulantia (Dirigiu o episódio Daniel)
29)A Hora do Lobo (Vartimmen) - 1968
30)Vergonha (Skammen) - 1969
31)Faro (Documentário de méia-metragem sobre a ilha onde Bergman vive) - 1969
32)Ritten (O Rito, filme feito para a tevê) - 1969 33)A Paixão de Ana (En Pasion) - 1970
34)A Hora do Amor (The Touch) - 1971*
35)Gritos e Sussurros (Viskningar Och Rop) - 1973* 36)Cenas de um Casamento (Scener ur ett Aktenskap) - 1974*
37)A Flauta Mágica (Die Zauberfloete) - 1975*
38)Face a Face (Ansiktet mot Ansiktet) - 1976
39)Sonata de Outono (Hortssonat) - 1978*
40)O Ovo da Serpente (Das Schlangenei) - 1979*
41)Da Vida das Marionetes (Aus dem Leben der Marionetten) - 1980*
42)Fanny e Alexander (Fanny och Alexander) - 1982* 43)Depois do Ensaio (Efter Repetitionen) - 1984* 44)Les Deux Bienheureux (título em francês) filme feito para a tevê - 1986
45)Diário de uma Filmagem (documentário sobre Fanny e Alexander) - 1986*
46)Le Visage de Karin (título em francês) filme feito especialmente para a tevê - 1986








- Postado por: Carla Marinho às 19h44
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Cine Tela Brasil visita cidades servidas pela Dutra e leva cinema de graça a populações carentes

Recebi um email do Mauricio divulgando um Projeto muito, muito bom: levar cinema gratuito para as pessoas menos favorecidas. Vale muito a pena. Divulguem. Segue email:

Começa no próximo dia 03 de agosto a maratona de exibições do Cine Tela Brasil em cidades que margeiam a via Dutra (Rio-SP). A tenda itinerante de cinema gratuito visitará 14 cidades e realizará 164 sessões gratuitas de cinema, sendo metade delas destinadas a crianças. A previsão é que mais de 35 mil pessoas sejam abrangidas por esta ação.

Criado e produzido pelos cineastas Laís Bodanzky e Luís Bolognesi (autores e “Bicho de Sete Cabeças”), o projeto Cine Tela Brasil é patrocinado pela NovaDutra, por meio do Programa CCR Cultura nas Estradas, com apoio da Lei Rouanet. O projeto visitará as cidades de Barra Mansa (RJ), Belford Roxo (RJ), Caçapava (SP), Cruzeiro (SP), Guaratinguetá (SP), Jacareí (SP), Nova Iguaçu (RJ), Pindamonhangaba (SP), Piraí (RJ), Queimados (RJ), São João de Meriti (RJ), São José dos Campos (SP), Taubaté (SP) e Volta Redonda (RJ).

Originário do Cine Mambembe, que no final da década de 90 promovia exibições em escolas, centros comunitários e praças públicas para populações pobres, o projeto realiza sua segunda edição em 2007. Entre junho de 2005 e abril de 2006, os cineastas já haviam rodado cidades lindeiras da Dutra com sua tenda itinerante.

Dentro de um caminhão

O Cine Tela Brasil consiste em uma grande tenda de 13m x 15m, onde são instaladas 225 cadeiras, equipamento profissional de projeção 35mm (cinemascope), tela de 7m x 3m, som stereo surround e ar condicionado. Toda a estrutura é montada e desmontada a cada visita, sendo transportada por um caminhão próprio, que durante as sessões transforma-se em sala de projeção. As sessões têm duração média de uma hora e 30 minutos, sempre com a exibição de um filme brasileiro de longa-metragem. O projeto promove quatro sessões diárias de cinema. Duas delas são dedicadas às crianças, às 14h00 e 15h30, com a exibição de “Turma da Mônica - Uma Aventura no Tempo”. Às 18h30, o objetivo é atender ao público jovem, com o filme “O Casamento de Louise” e às 20h30 é a vez do filme “Se Eu Fosse Você”. A entrada é gratuita e os ingressos são retirados com antecedência no local.

Por que na Dutra?

Segundo estudos realizados pelo Sistema CCR, holding controladora da NovaDutra, 69% das cidades servidas pelas estradas do Sistema não possuem salas de cinema (excluindo-se as capitais: São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba). A Via Dutra é um dos 10 trechos rodoviários visitados pelo projeto. “Levando o Cine Tela Brasil a essas cidades, a NovaDutra e o Sistema CCR estão contribuindo para oferecer oportunidades de lazer de qualidade às populações menos favorecidas”, destaca Maurício Negrão, Diretor-Presidente da NovaDutra.

Além da NovaDutra, são abrangidas pela ação a AutoBAn (Sistema Anhangüera-Bandeirantes), ViaOeste (Sistema Raposo Tavares – Castello Branco), Ponte S. A. (Ponte Rio-Niterói), ViaLagos (rodovia dos Lagos, RJ) e RodoNorte (BR-277 e BR-376, ligando Curitiba no Norte do Paraná; PR-151, entre Ponta Grossa e Jaguariaíva, e BR-373 – entre Ponta Grossa e o Trevo do Caetano).

Assessoria de Comunicação NovaDutra (11) 6095-2276 (21) 2682-2135








- Postado por: Carla Marinho às 09h03
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Câmera de filmagem de Charles Chaplin vai a leilão dia 25 de julho

da Ansa, em Londres

A câmera de filmagem utilizada pelo ator e diretor britânico Charles Chaplin (1889-1977) para rodar filmes como "O Garoto " e "Em Busca do Ouro" (1925) será vendida em Londres. O leilão está previsto para 25 de julho, pela Christie's, que estima um preço inicial de US$ 180 mil (cerca de R$ 365 mil).

 

Chaplin comprou o modelo Bell & Howell 2709 para utilizá-lo nos Estúdios Chaplin de Hollywood em 1918. A câmera é considerada uma das mais antigas e importantes da história do cinema mudo do início do século 20.

Ela foi utilizada até meados da década de 1950 para filmes de animação, já que não requeria captação de áudio e para criar títulos em filmes. A peça também deve integrar uma exposição na sede de South Kensington até o dia 21 de julho.

Charles Spencer Chaplin, ator e diretor do cinema mudo e sonoro, nasceu em Londres, em 1889, e morreu na Suíça, em 1977. Em 1975 recebeu um Oscar por sua contribuição ao cinema mundial e nesse mesmo ano foi condecorado pela rainha Elizabeth 2ª como Cavaleiro do Império Britânico. Entre seus filmes mais conhecidos estão "Luzes da Ribalta" (1952), "O Grande Ditador" (1940), "Tempos Modernos" (1936), "Em Busca do Ouro" (1925), "O Garoto" (1921) e "O Vagabundo" (1916).

Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u70992.shtml








- Postado por: Carla Marinho às 16h23
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Bete Davis...

* Fotos retiradas do especial biográfico Stardust.








- Postado por: Carla Marinho às 18h48
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80 anos de mulheres em Hollywood

Video muito interessante, aos moldes daquele de Michael Jackson, em que um rosto vai se transformando em outro. Aqui vc verá de Mary Pickford a Gwyneth Paltrow:
http://www.boreme.com/boreme/funny-2007/women-in-film-p1.php?emf=1






- Postado por: Carla Marinho às 16h22
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FORTES E DIFÍCEIS


Dulce e Bette Davis: nervosismo aparente

Algumas atrizes tinham fama de ríspidas no trato, o que criava um clima de tensão antes dos encontros

Por Dulce Damasceno de Brito

Certas estrelas tinham fama de mulheres duras no trato com as pessoas. Existia muita fofoca a respeito desse aspecto e da limitada ou total ausência de feminilidade nelas. Em função dos padrões da época, claro – eram os anos 50. Por isso, quando agendavam entrevistas com essas senhoras, eu ficava muito intimidada e chegava a ir com medo para algumas entrevistas.

Umas correspondiam totalmente à fama, e eu acabava tendo um retrato antipático delas. Outras não. Joan Crawford, por exemplo, mostrou uma cordialidade falsa. O assessor nos apresentou, perguntando: “Você já conhece a Dulce?”. E ela abriu um sorriso: “Claro. Como vai? Você me parece tão bem”. Mentira, ela nunca tinha me visto. O papo rolou amável, mas não sentia franqueza, parecia que Joan contava os minutos para se ver livre de mim. Posteriormente, outras situações a confirmaram como rude.

Já a sua colega Bette Davis logo esbanjou simpatia. Eu estava trêmula de emoção, tinha recebido fartas recomendações do agente. Porém, a conversa foi natural, abordou aspectos da vida doméstica e dos filhos. Isso foi em 1956, durante as filmagens de A Festa de Casamento, belo filme onde ela infernizava a vida de Debbie Reynolds no papel de sua filha. Barbara Stanwyck, cujo centenário de nascimento acontece neste mês, também mostrou imagem oposta a que fiz dela, levando em conta os comentários e as personagens fatais que fazia no cinema. Reservada, justificou o seu isolamento e certa dureza com os jornalistas porque temia invasão de privacidade e comentários maldosos a seu respeito.

Ela não dissimulava a sua profunda tristeza por ter perdido seu segundo marido, o belo Robert Taylor, para a atriz alemã Ursula Thies. Já Lizabeth Scott personificava o caso mais notório de lesbianismo. Nascida em 1922, estreou por volta de 1945 e só fez pouco mais de vinte filmes. Recebi a rígida recomendação de não perguntar porque nunca se casou e nem fazer menção a Tallulah Bankehead e ao filme A Malvada. Diziam que aquela história de afeto-rivalidade entre as personagens de Bette Davis e Anne Baxter tinha sido inspirada na relação amorosa das duas. Segui as advertências com bastante cuidado e Lizabeth, no camarim da Paramount, respondeu de modo curto e seco, deixando claro que não se importava em dar ou não entrevistas para divulgar suas obras. Uma mulher linda, naturalmente altiva. E creio que esse jeito e a sua orientação sexual que nunca procurou dissimular, foram os motivos que a levaram a fazer uma curta carreira.

PS. Eu já disse o quanto gosto da Dulce?

Fonte: http://setonline.ig.com.br/hollywood_boulevard/241.shtml








- Postado por: Carla Marinho às 11h09
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Sonhos de consumo de cinéfilos

As calças usadas por James Dean em GIANT

As calças que James Dean usava em GIANT

O chapéu usado por Marlon Brando em O poderoso Chefão

Chapéu de Don Corleone

Caixinha de fósforos de Marilyn

Caixinha de Marilyn

 








- Postado por: Carla Marinho às 10h19
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Barbara Stanwyck - Feliz Aniversario (Salve 16 de julho)

Barbara Stanwyck, ao final de sua vida era pouco vista em público. Preferia ficar em sua casa, sozinha. Costumava dizer que preferia isso a ser vista nas ruas e ter que ouvir às maledicências daqueles que julgam a todos pela beleza e juventude. A sua secretária ficava responsável por fazer suas compras e quando ela queria companhia, chamava suas velhas amigas das épocas glamourosas: Ida Lupino e Jane Wyman. As duas a acompanharam até o final dos seus dias, quando ela faleceu aos 82 anos de idade. Não deixa de ser um comentário triste o de Barbara, atriz que encantou e encanta multidões até hoje.

Sua vida não foi realmente muito fácil: orfã aos 4 anos, passou de família a família, até virar corista num cabaré em Nova York. Em 1929 estreava no cinema, um enorme sucesso, com filmes como "Pacto de Sangue" e "A vida por um fio". Casou-se em primeiras núpcias com Frank Fay, com quem teve um casamento turbulento: ele era alcoolatra e batia nela constantemente. Mesmo assim o divórcio só veio 9 anos depois. Foi então que ela conheceu o amor de sua vida: Robert Taylor. Com ele foi feliz durante 12 anos, mas acabou perdendo-o quando ele foi à Roma filmar "Quo Vadis" e apaixonou-se por outra mulher. Não teve filhos naturais, pois era estéril, mas acabou adotando 1, que lhe deu trabalho (viciou-se em drogas).

Mesmo com tantos problemas na vida particular, sua carreira no cinema é invejavel: em 60 anos de trabalho, atuou em 832 filmes e mesmo assim faz parte da enorme lista de artistas injustiçadas de Hollywood, não tendo ganho nenhum Oscar (a não ser um Humanitário).

(Ajudou-me nestas informações o livro Hollywood nua e crua, de Dulce Damasceno Brito).

Para curtir: Uma noite com Barbara na TCM, no dia 16 de julho. 3 filmes da Diva em sequencia.








- Postado por: Carla Marinho às 14h47
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Grace Kelly, a princesa melancólica, segundo uma exposição em Mônaco

                Nem conto de fadas, nem vida de jet set e prazeres efêmeros: uma exposição no principado de Mônaco mostra a princesa Grace Kelly como uma mulher plena e radiante, mas habitada por uma secreta e constante melancolia.
"Tentei sair do conto de fadas para apresentá-la como uma autêntica grandeza", explica Frédéric Mitterrand, comissário da exposição aberta a partir desta quinta e até o dia 23 de setembro, no Foro Grimaldi.
Centenas de documentos, entre cartas, fotografias filmes, jóias e vestidos, estão expostos numa superfície de 4.000 m2, que percorre o itinerário de uma das maiores estrelas do século XX.
               A história de Grace Kelly começa na Filadélfia, onde seu pai, um rico empresário, ensinou sua filosofia de vida: "Nada nos é dado de graça. Tudo deve ser conquistado com trabalho, tenacidade e disciplina", costumava repetir.
As más línguas, no entanto, gostavam de dizer que Grace nunca aplicou a lição do pai, uma vez que alcançou rapidamente o estrelato em Hollywood, onde teria mantido inúmeras aventuras. Apenas uma pode ser confirmada, a com o estilista americano Oleg Cassini, que desenhava as roupas de Jackie Kennedy. "Te amo e quero me casar contigo", escreveu a jovem atriz, segundo a mostra.
               Mas seu destino mudou da noite para o dia quando, em 1955, conheceu o príncipe Rainier no Festival de Cannes, aonde chegou sem conhecer ninguém e sem falar uma única palavra em francês. Seu casamento, em 19 de abril de 1956, foi assistido apenas pelos grandes personagens de sangue azul. Em compensação, em seu funeral, em 1982, depois de um trágico acidente de carro, não cabia um alfinete.
               Na exposição vários filmes acompanham a vida da estrela, inclusive os caseiros, em que Grace registrou suas férias familiares, junto aos três filhos, Albert, Caroline e Stefanie.
               Na "Sala Alfred Hitchcock" se expõe a relação entre a atriz e o cineasta, que lhe reservou papéis de loura ladra ou assassina, apesar de amá-la profundamente. Para Mitterrand, "a princesa era melancólica, mas forte; depressiva, mas positiva e, principalmente, profundamente leal".
A mostra evita tocar em sua morte prematura. Apenas uma solitária foto mostra Grace Kelly em um veículo junto a Gary Grant durante as filmagens de "Ladrão de casaca", de Hitchcock (1955), no mesmo lugar em que, 27 anos depois, ocorreria o acidente que lhe custaria a vida, numa pequena estrada do Principado.
Depois de Mônaco, a exposição viajará a Paris, Londres e, finalmente, os Estados Unidos. Brasil nada.

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2007/07/12/ult32u17359.jhtm








- Postado por: Carla Marinho às 11h05
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Quizz - Que atriz do cinema mudo vc é?

http://www.quizilla.com/users/JaneCattails/quizzes/Which%20Silent%20Actress%20are%20You?/

P.S. O meu deu Greta Garbo. Quem dera!








- Postado por: Carla Marinho às 11h06
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Indico

Alguns sites que me ajudam bastante no purviance:

-  O melhor de todos os sites sobre Cinema mudo, absurdo de bom: http://silent-movies.com/Profiles/ 

-  TCM Americana. Wallspapers, fotos, resumos e programação (pena que a nossa não chegue aos pés dela): http://www.tcm.com/index.jsp

- The Gold Years, traz links dos principais atores e atrizes do cinema classico: http://www.thegoldenyears.org/

- Stars, filmes, wallspapers, biografias, áudio e trechos de filmes: http://www.reelclassics.com/








- Postado por: Carla Marinho às 10h21
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Ingrid Bergman

Filha de pai sueco e mãe alemã (a quem perdeu quando tinha apenas 2 anos e o pai aos 12), Ingrid estudou na Escola de Arte Dramática de Estocolmo, onde foi descoberta por um "olheiro", que a levou para o cinema. Estreou em 1932, em "Lanskamp". Depois de estrelar 9 filmes, em 1939 já famosa em seu país, foi levada para Hollywood por Selznick, que a queria num remake de "Intermezzo", co-protagonizado por Leslie Howard.
O seu tipo elegante, a fazia versátil para interpretar os diversos papéis, indo desde mulheres simples (O médico e o monstro), heroínas (Joana D'arc) a princesas (Anastácia).
Ao longo da carreira arrebatou 3 Oscars com "À meia luz" (1944), Anastácia (1956) e "Assassinato no Orient Express" (1974).
Mas o papel que mais a fez conhecida foi mesmo em Casablanca, romance ambientado na cidade homônima, em que dividiu a cena com o não menos aclamado humphrey bogard. A história do amor impossível que rendeu uma das cenas mais inesquecíveis do cinema: o final, na névoa do aeroporto.

Na vida pessoal casou-se em 1937 com Petter Lindstrom (um médico), e com ela teve uma filha, Pia. Em 1949 ainda casada, apaixonou-se por Roberto Rossellini. Acabou abandonando o marido, o que causou uma enorme polêmica na "moralista" Hollywood. Ingrid foi acusada de adúltera e considerada um péssimo exemplo para as mulheres americanas. Isso acabou afetando seriamente sua carreira. Com Rossellini Ingrid teve três filhos: Roberto, Isotta e Isabella Rossellini (atriz). O casamento também não deu certo, e os dois se divorciaram em 1957. Ingrid ainda casou-se com Lars Schmidt, entre 1958 a 1975.

Ingrid sempre será lembrada como a atriz sueca de maior fama internacional. dentre seus maiores sucessos, além dos já citados Casablanca e Anastácia, podemos também citar "Por quem os sinos dobram" com o qual foi indicada ao Oscar. Trabalhou com Hitchcock em dois filmes, "Quando fala o coração" e "Interlúdio". Com o diretor italiano Luchino Visconte fez a comédia "Nós as mulheres".
Ao filmar "Sonata de Outono" (1978) já sofria do mal que lhe acometeria: cancer. Mas não se entregou. Aos 67 anos, em 1982, no dia de seu aniversário, morria Ingrid, vitimada por um câncer, contra o qual lutara por seis anos (chegou a fazer duas mastectomias).

Ingrid em números:

- 07 indicações ao Oscar: "Por Quem os Sinos Dobram" (1943), "À Meia Luz" (1944), "Os Sinos de Santa Maria" (1945), "Joana D'Arc" (1948), "Anastacia, a Princesa Esquecida" (1956) e "Sonata de Ourono" (1978). Venceu em 194 , 1956 e 1974.

- 06 indicações ao Globo de Ouro, por "À Meia Luz" (1944) e "Os Sinos de Santa Maria" (1945), "Anastacia, a Princesa Esquecida" (1956), "Flor de Cacto" (1969), "A Woman Called Gloria" (1982) e "Sonata de Outono" (1978). Venceu em 1945 e 1956.

- 02 indicações ao BAFTA, na categoria de Melhor Atriz Estrangeira, em "A Morada da Sexta Felicidade" (1959) e "Assassinato no Orient Express" (1974). Ganhou em 1974.

- Ganhou um César honorário, em 1976.

 








- Postado por: Carla Marinho às 19h44
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