Purviance, Chaplin, cinema e solidão
  The Miracle Worker (1962)

Estou escrevendo sobre esse filme. Em busca por material, encontrei o vídeo de uma das cenas mais marcantes.



Escrito por Carla Marinho às 21h28
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  The Killers

           Reviro minha videoteca. Lá estão meus filmes preferidos. Não duvido — sinceramente falando —, que a sua lista, da minha, diversa deva ser. Talvez, um ou outro ponto em comum. Talvez, nem isso.

           Passeio meus dedos por Casablanca, Grand Hotel, ...E O Vento Levou. Decido-me se, rever ou não devo, Ladrão de Casaca — Grace Kelly, em seu melhor momento, verdade —, ou quem sabe, rir não seja o melhor remédio? Bombshell, com Jean Harlow é demais. Como resistir a cena em que dois São Bernardo — enormes —, de encontro vão a célebre platinum blonde?

           Todavia, o mesmo está ainda em VHS e, volte e meia, falha, tranca... Lá vou abrir o maldito videocassete num desespero de dar dó... Melhor prosseguir.

Chaplin, tem um sorriso no rosto. Rita — sempre Rita —, vestida de preto na capa, usando luvas... Necessário faz-se citar o título do filme?

          Porém, está noite, quero algo mais. Quero trama, suspense, uma personagem superior à clássica Gilda — ao meu ver, obviamente —, que, com leve erguer dos lábios — mezzo sorriso, mezzo escárnio —, mexa com todos os homens ao redor, idem, com a platéia, quando em frente às teclas brancas/pretas do piano.

          Tal objeto dos desejos existe. A personagem chama-se Kitty Collins. O filme atende pelo título de: Os Assassinos (The Killers, 1946). A atriz — então com vinte e quatro anos —, dispensa apresentação: Ava Gardner.

          Clássico da cinematografia noir — como apresentado no documentário do gênero Vision of Light (1992) —, a película baseada num conto de Ernest Hemingway — o autor, considerava este, o retrato mais bem acabado de uma obra sua no cinema, palavras do biógrafo Carlos Backer — recebeu quatro indicações ao Oscar — melhor diretor, edição, trilha, roteiro — e, foi début de outro grande nome da sétima arte: Burt Lancaster — no papel de Ole "Sueco" Andersen, também chamado Peter Lund — um ex-boxeador que, decide não mais fugir dos seus assassinos. Isto mesmo! O personagem resolve esperar a morte, ao invés de prosseguir escondendo-se.

Sinopse:

           New Jersey City. Dois homens — contratados para matar o "Sueco" —, procuram-no em uma lanchonete. Nesta, encontra-se Nick Adams (interpretado por Phil Brown), que trabalha com Lancaster. Informados — pelo dono da espelunca — de que, o "Sueco" não irá vir àquela noite — e de que, este atende pelo nome de Peter Lund —, os mesmos partem.

          Nick procura Peter/Sueco para avisá-lo. Este, basicamente responde que não mais irá fugir, que está cansado de viver escondendo-se. Deita na cama, e espera pacientemente que acabem com sua vida. Então, o esperado ocorre. Peter/Sueco aparece morto. O que houve? Por que esperou tão tranqüilo o desfecho da sua vida?

          Entra em cena, o investigador de seguros Jim Readon (Edmond O’Brien). Sueco possuía um seguro de vida, cuja beneficiária era Mary Ellen Daugherty — interpretada por Queenie Smith, outro pilar do cinema —, uma camareira de um hotel em Atlantic City. Mary surpreende-se ao saber o outro nome pelo qual a vítima é tratada — conhecia-o apenas por Peter. Ela conta que tempos atrás, presenciara uma cena, no qual Sueco tivera um ataque de nervos, o que quase o fez dar cabo da sua própria vida.

A grande cena:

Existe uma especial no filme, quando Peter Lund, trava alguns rounds, na tela.

E quanto à belíssima Ava? Qual sua função no filme, o que ela tem haver com essa morte?

Bem, Os Assassinos, é romance policial. Seria injusto, revelar o mistério todo, não?

Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC.

Obrigada Ricardo!!!



Escrito por Carla Marinho às 17h54
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  MÁGICO DE OZ GANHA ESTRELA NA CALÇADA DA FAMA

Wizard Of OzLOS ANGELES, 22 NOV (ANSA) - Setenta anos após a estréia, os sobreviventes do elenco do musical "O Mágico de Oz" receberam hoje uma estrela na Calçada da Fama da Hollywood Boulevard (rua de Los Angeles). Sete atores das filmagens de 1939 participaram da cerimônia tardia, chegando ao local em uma carruagem puxada por cavalos. Um tapete amarelo, lembrando a estrada de tijolos amarelos do filme, os esperava, junto a uma banda.
    "Nós amamos todos vocês. Vocês nos emocionaram do fundo do coração", disse Mickey Carroll, de 88 anos. Além de Carroll, estavam presentes à cerimônia Ruth Duccini, Jerry Maren, Margaret Pellegrini, Meinhardt Raabe, Karl Slover, Clarence Swensen e o filho de Judy Garland, Joey Luft, que declarou "Estou orgulhoso por estar aqui, tão orgulhoso quanto estaria a minha mãe". Judy Garland morreu em 1969 por uma overdose de remédios.
    Para filmar "O Mágico de Oz", os membros do elenco receberam na época um pagamento de apenas US$ 125 por semana. Uma ninharia comparada às dezenas de milhões e aos percentuais sobre a arrecadação recebidos pelas estrelas de hoje. "Não importa. Aquele filme nos deu muitíssimo, crescemos com ele, 'O Mágico de Oz' não morrerá nunca", comentou Carroll. (ANSA)

Fonte



Escrito por Carla Marinho às 15h41
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  Judy's wedding day



Escrito por Carla Marinho às 14h39
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  Linda Darnell

Nasceu Monetta Eloyse Darnell em 16 de outubro de 1923, em Dallas no Texas, terceira de cinco irmãos. Aos 11 anos ela começou a trabalhar como modelo de uma loja, aos 13 fazia sua estréia como atriz em Hollywood, mas descobriram que ela mentira a idade e ela teve que retornar à sua cidade. Continuou por um bom tempo atuando em peças de teatro, até que em 1939 voltou para Hollywood.

Estrelou os filmes Blood and Sand (ao lado de Tyrone Power), Hangover Square e My Darling Clementine. Com Star Dust, alcançou o estrelato na Twentieth Century-Fox, tornando-se uma das maiores estrelas da década de 40.

Dez anos depois ela abandonava às telas, desiludida com os papéis fracos que lhe ofereciam. Ainda retornou em 1965, para atuar em "Black Spurs". Na vida pessoal casou-se três vezes: com J. Peverell Marley (1944 a 1952), Phillip Liebmann (1954 a 1955) e Merle Roy Robertson (1957 a 1962). Com o primeiro marido adotou uma criança, Charlotte Mildred Marley, sua única filha.

Em 1965, aos 41 anos, ela estava assistindo TV, quando um incêndio (causado por cigarro) alastrou-se pela casa. Linda tentou salvar um amigo (que ela não sabia já ter escapado) mas não conseguiu salvar-se: teve 80% do corpo queimado e morreu no dia seguinte.

Com Tyrone Power



Escrito por Carla Marinho às 16h02
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  Recomendo

http://www.65anosdecinema.pro.br/index.htm

http://vargen57.unblog.fr/ (blog francês)



Escrito por Carla Marinho às 15h48
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